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Bats on the East Tower

Criei este blog com posts com um tema em comum: estilo alternativo. Se tiverem alguma sugestão/pedido, não hesitem em deixar um comentário. Blog escrito no antigo acordo.

Bats on the East Tower

Criei este blog com posts com um tema em comum: estilo alternativo. Se tiverem alguma sugestão/pedido, não hesitem em deixar um comentário. Blog escrito no antigo acordo.

"Quer ser rebelde" ou Pais que "surtam": ideias de uma mãe

 

Howdy little creatures!

 

Hoje trago-vos nova reflexão (que é principalmente um post para os pais, daí que está nessa tag). Tem a ver com a temática do "Porque é que te vestes assim". Este tema surgiu-me após ler algumas perguntas feitas por pais acerca dos seus filhos alternativos (neste caso emos). Não me envergonha dizê-lo, é material que me levou a muitos facepalm's. Nonetheless, enjoy!

 

Já li vários artigos na Internet em que pessoas (pais, amigos, família no geral, etc) se perguntam porque é que a sua/seu preciosa/o filha/o (ou amigo, parente, etc) começou a usar roupas pretas e maquilhagem forte, e a ouvir música que eles nem consideram música.

 

Muitos pais simplesmente odeiam, tentam proibir e chegam a ameaçar renegar os filhos. Por vezes esse tipo de atitudes começa quando eles ainda são crianças e simplesmente gostaram de ver um gótico/punk/emo/etc a passar (basta olhar para os 2 últimos relatos).

 

parent-goth-relationships-gb.jpg

  

Normalmente seguem-se algumas suposições sobre o que se está a passar, sendo as mais comuns:


Etc, etc, etc. ATENÇÃO: não estou a dizer que elas estão categoricamente erradas. Todas estas suposições podem (e devem) ser analisadas. Mas lembrem-se que há sempre outra opção:

 

  •  A/ vossa/o filha/o pode EFECTIVAMENTE gostar dessas coisas.

 

Pode ser com essas roupas que se sente bem. Pode ser essa a sua música preferida. E não há mal nenhum nisso

 

53309.jpg

 

O problema aqui é que essa é a ÚLTIMA hipótese que os pais consideram. É a última coisa de que se lembram. Por vezes parece um sentimento de negação ("Tem de ser isto ou aquilo, ela NÃO PODE gostar realmente destas coisas!"), como se esses gostos fossem algo de mau. Mas será efectivamente negação? Será ainda algum estigma para com esse tipo de gostos?

 

Com algumas questões na cabeça, fui ter com alguém que me poderia responder: a Sra. minha mãe. Aqui ficam as perguntas que lhe fiz, bem como as suas respostas (a pedido dela, nada de fotografias. A minha mãe continuará a ser um mistério para vocês! ;) no entanto, só para terem uma ideia da idade dela (de forma a contextualizarem a época em que foi criada e tudo mais), fica entre a casa dos 45 e dos 60):

 

 

O que sentiste quando me comecei a vestir de forma diferente?

 

Nada de especial. Não achei nem bem nem mal, apenas não queria que fosses criticada pela forma como te apresentas. Sei bem como as pessoas são. Tirando isso, não tive qualquer problema.

 

 

Muitas pessoas associam o gosto estético dos jovens a sentimentos mais profundos como a insegurança. Achas que isso é sempre verdade, ou podem existir excepções, como a possibilidade de esse gosto ser genuíno? 

 

Claro que há excepções. As pessoas não se vestem de uma determinada maneira só por serem inseguras ou quererem chocar a sociedade. A pessoa pode vestir-se de determinada maneira por ser assim que se gosta de ver.

 

 

Há relatos de pais que se culpam mutuamente (ou a si próprios) pelo que eles consideram como sendo gostos "vergonhosos" dos filhos. Achas que há algum fundamento nisso?

 

Acho que não. Acho que esses pais são um pouco ignorantes. Porque é que a maneira do meu filho se vestir tem de ter a ver com atitudes que eu possa ter tido ou palavras que possa ter dito? É uma escolha dele, e nem tudo nas escolhas dos jovens tem a ver connosco, pais. 

 

 

E quanto a outras pessoas culparem os pais?

 

Essas pessoas conseguem ser ainda mais ignorantes que os próprios pais que se vêem nesta situação. Aplica-se o que disse anteriormente.

 

 

Porque é que achas que a última coisa que os pais pensam que pode estar a acontecer é o facto de os filhos poderem efectivamente gostar daquele género de coisas? O que pensas desse género de atitude sendo tu mãe?

 

Porque os pais tem complexos de culpa. A vida hoje é um corre-corre, há muitos pais que passam pouco tempo com os filhos. Depois, ou dão tudo o que podem (em termos materiais), ou se os filhos são diferentes da "norma", a culpa é deles (pais). Há uma determinada altura em que as crianças/jovens escolhem o que gostam, a todos os níveis. É na altura em que eles começam a decidir por si próprios, pela sua própria cabeça. E deve-se dar esse espaço, pois só assim podem crescer. Os pais devem considerar a possibilidade de os seus filhos gostarem efectivamente dessas coisas (estilos diferenciados), não apenas que é uma fase, ou que é rebeldia. Pode ser e pode não ser. E se não for e vocês, pais, insistirem que é, podem perder o respeito que os vossos filhos vos têm. 

 

 

Ora aqui têm meus amores, as ideias da minha mãe. Com isto pretendo dar mais alguma ajuda a pais preocupados (se ainda não leram este post, aconselho-vos a que o façam, para mais insight) com os gostos estéticos dos filhos. Espero que tenham gostado do post e que vos seja útil, não só a vocês, mas a todos os que tenham este género de dúvidas. E, claro, também espero que os meus leitores usuais tenham gostado ;)

 

Bat Kisses

 

Oriana Bats

 

Carta aberta aos pais de alternativos

 

Caros pais:

 

Antes de mais, bom dia, boa tarde ou boa noite. Espero que esteja tudo bem convosco e com a vossa família. Paz e saúde a todos.

 

Se pesquisaram pela Internet e encontraram esta carta, talvez queiram tirar alguns minutos do vosso tempo para a ler. Esta carta diz respeito a vocês e aos vossos filhos. Podem pensar que, com 21 anos e sem prole, não sou a pessoa ideal para falar nesse assunto. No entanto, vários jovens têm comentado neste blog acerca das suas desavenças com os seus pais, devido ao seu estilo diferenciado. Talvez tenham encontrado conforto nas minhas palavras, talvez até esperança. O que é certo é que já aconselhei alguns jovens que querem adentrar pelo vasto mundo do “estilo alternativo”, assim como vários amigos meus já o fizeram.

 

Talvez tenham começado a notar algumas diferenças nos vossos filhos. Talvez eles tenham começado a vestir só preto e a ouvir música rock ou heavy metal. Talvez tenham optado por uma aparência quase semelhante a bonecas de porcelana. Talvez até tenham desenvolvido um gosto por roupas históricas e fotografia antiga.

 

Antes de pensarem que o vosso filho ou filha pode sofrer de uma depressão, sentem-se com eles calmamente e conversem. Ouçam o que eles têm para dizer. Deixem-nos explicar o porquê das mudanças. Não tenham medo de fazer perguntas pois, desde que não os julguem ou os façam sentir-se alvo de forte escrutínio, eles ficarão mais do que felizes por responder.

 

Os vossos filhos podem ter desenvolvido um gosto por moda gótica, punk, emo, lolita ou qualquer outro estilo alternativo. Nalguns jovens, tal gosto é apenas uma fase, algo que deixam de gostar quando se tornam adultos. Mas, para outros, é algo que continuam a interessar-se mesmo quando crescem e se tornam pais eles mesmo. No entanto, o seu gosto por “estilo alternativo” não deve logo ser considerado como “uma fase” pois, tal como já disse, pode não o ser. Considerar os gostos dos vossos filhos como “fases sem importância” só vai distanciá-los de vocês. Pensem como vocês mesmos se sentiriam se aquilo que gostavam quando tinham a idade dos vossos filhos fosse constantemente considerado como “uma fase”. Para aqueles que têm a certeza que não o é, torna-se triste ouvir essa mesma frase todos os dias (especialmente se os vossos filhos têm gostos alternativos há já vários anos).

 

Para aqueles pais que acham que os gostos dos seus filhos irão impedi-los de ter um bom desempenho escolar: não tenham medo. Dou-vos o meu exemplo. Aos 12 anos tomei contacto com o vasto mundo do estilo alternativo pela primeira vez. Aos 14 comecei a vestir-me de forma mais diferenciada. Entretanto passei pela universidade e concluí uma licenciatura em Animação e Intervenção Sociocultural com média de 15. E hoje, com 21 anos, posso dizer que tive uma vida escolar de sucesso e, tirando Matemática (que tenho uma forte inaptidão e sempre tive, desde muito nova), obtive sempre notas bastante elevadas na minha pauta. Por isso não deixem que essa preocupação vos impeça de deixar os vossos filhos viver livremente as suas escolhas.

 

Se a vossa preocupação é mais referente às reacções das outras pessoas, saibam que é uma preocupação real e válida. Infelizmente, ainda é frequente o bullying nas escolas, assim como fora delas. Inclusive no seio da própria família. E os vossos filhos devem estar cientes disso. Muitas vezes já o estão, a partir do momento que escolheram expressar-se através da sua imagem e gostos. No entanto, de forma a descansar as vossas mentes, falem com eles. Sobretudo apoiem-nos. Os vossos filhos não devem ver em vocês outro inimigo. Se presenciarem algum caso de bullying contra os vossos filhos no seio da vossa família (ou na rua), defendam-nos. Demonstrem-lhes que podem contar com vocês se sofrerem alguma discriminação. E sobretudo não desvalorizem os relatos dos vossos filhos. Se eles vos contarem de algum caso de discriminação que sofreram devido à sua aparência, oiçam-nos e apoiem-nos. Infelizmente muita gente (e sobretudo muitas figuras de autoridade) tende a desvalorizar esses acontecimentos, não havendo por isso apoio para as vítimas de tal preconceito. Vocês devem ser esse apoio.

 

Referente ao bullying na escola: tentem falar com um professor de confiança ou com o director do estabelecimento. Provem a existência do bullying. Digam aos vossos filhos que guardem todas as mensagens (referentes ao assunto) que possam ter recebido, e que mantenham um diário onde documentem todos os acontecimentos. Infelizmente ainda há muito desconhecimento e desvalorização do bullying nas escolas do nosso país. Poucas são as que têm gabinetes próprios para apoio às vítimas. Muitas vezes é complicado fazer a instituição aceitar a existência do problema. Não desistam. Visitem ainda este post para mais dicas (são sobretudo voltadas para os vossos filhos, mas podem encontrar alguma ajuda).

 

Se se preocupam com a possibilidade de os vossos filhos estarem a passar por uma depressão, falem com eles. Estejam presentes e atentos quando eles se dirigirem a vocês. No entanto, tenham a noção de que não é a roupa ou a música que causou a depressão nos vossos filhos. Essas coisas podem ser o seu meio de escape, mas nunca a causa. Vestir diferente não causa depressão e uma pessoa com depressão não tem obrigatoriamente que se vestir de forma diferente. Quanto ao mais recente estudo que afirma que jovens góticos correm mais risco de depressão: foi completamente mal-entendido pelos media. Procurem por notícias inglesas sobre esse estudo, em jornais fidedignos (não recomendo o Daily Mail e os fãs deste blog sabem porquê). Peçam aos vossos filhos que vos ajudem, se não entenderem inglês.

 

Talvez o medo seja de um cariz mais supersticioso. Talvez receiem que os vossos filhos tenham feito um pacto com o Coisa Ruim, e essa mudança neles seja um tipo de efeito secundário. Ou até que deixem de ir à igreja, devido aos seus novos gostos. Não tenham medo. As subculturas punk, emo, gótica, lolita, etc, não tem qualquer filiação religiosa, nem são sinal de pacto com Satanás. Os vossos filhos podem continuar a ir à igreja se gostarem. Existem membros de subculturas de todas as religiões. Ser cristão, muçulmano, wiccano, etc, não é qualquer impedimento. Gostos estéticos e religião não são obrigatoriamente partes da mesma mistura. Tenham no entanto atenção pois nem todas as igrejas são simpáticas para com membros de subculturas. Vejam uma referência aqui, a uma situação passada no nosso Portugal. 

                                            

Sobretudo nunca se esqueçam que os vossos filhos não são os únicos com tendências alternativas. Há muitos mais no mundo. E, tal como vocês, muitos mais pais têm estas preocupações. Vi muitas cartas em inglês voltadas para o tema, mas nenhuma em português, o que motivou a que eu mesma a escrevesse. Foi especificamente pensada para aqueles pais que percebem pouco de inglês, assim como para aqueles que percebem mas preferem a experiência de alguém do mesmo país. Sintam-se à vontade para comentar, e deixar perguntas, se sentirem que não abordei algumas das vossas preocupações.

 

Nunca se esqueçam: apoiem os vossos filhos. Criem um bom relacionamento com eles e não desvalorizem os seus gostos. Sobretudo oiçam-nos.

 

Cumprimentos

 

Oriana Bats (Oriana Dias)

Pais: manual de instruções

Oi ^^

Hoje o post é sobre como lidar com os pais XP aproveitem!

Muitas vezes acontece que a intempérie do género “não quero que andes na rua assim” vive na nossa própria casa. Do que falo eu? Dos nossos queridos e adorados pai e mãe (no meu caso, em vez de pai é avó, mas vai tudo dar ao mesmo).

Quando se é alternativo, podem ocorrer muitos casos destes (sim, porque os menininhos e as menininhas “normais” nem sempre têm este problema). MAS NÓS SOMOS PESSOAS DE CORAGEM! Só que às vezes não temos a mais mórbida ideia do que fazer! Então vamos ver vários casos:

->“Os meus pais implicam com o meu estilo”

Isto é geral. Acho que não há nenhum estilo alternativo que os pais aprovem (WARNING! Existem pais que aprovam estilos alternativos, mas são uma espécie em vias de extinção, por isso se os vossos pais pertencem a esta espécie, é favor conservá-los bem, hein? XDDDD piadinha) na totalidade. Quando se é Scene “ai filho andas muito extravagante. És um homem, não uma rapariga, por isso deixa-te dessas cores todas!” e se é gótico “ai filha porque é que só vestes preto? O azul fica-te bem! E pintas os olhos para quê? E as unhas?” INSATISFEITÕES!!!!

Realmente os pais ou são 8 ou 80. Não têm meias medidas (pelo menos os que eu conheço, falo da minha experiência com outros pais ok?).

O que tens a fazer é habituá-los aos poucos. Do género: usas calças do teu estilo e para ai durante 1 / 2 semanas, a única coisa que usas do teu estilo é as calças. Depois, ao fim desse tempo, acrescentas uma blusa ou um casaco, algum tempo depois os acessórios e por ai fora. Savi?

->“Os meus pais proíbem-me de usar certas coisas”

Eu tenho este problema O.O” é verdade, juro! XD

Mesmo com uma mãe como a minha, não posso usar laços oversize, um pequeno chapéu estilo gothic lolita (lindo lindo *.*) e a tiara. O chapéu já o usei, mas foi no Carnaval…pois ninguém leva a mal! >.< LEVO EU!!!! Mas por agora é mesmo o melhor a fazer…usem o que os vossos pais não vos deixam usar (num dia normal) no Carnaval, Halloween, etc.

->“Os meus pais implicam com os meus amigos e não me deixam sair com eles”

Os vossos pais devem pensar “eh pah já não bastava termos um filho fora do padrão da sociedade, agora também temos que lidar com os amigos dele, pois os pais deles não fazem nada para eles entrarem na linha”. Estão a ver o cenário? Eu estou, porque era o que a mãe de uma amiga minha pensava. Ah gente, isto é o terror para eles!

Podem tentar fazer algum tipo de acordo com eles (serve para muitos casos). Comprometes-te a fazer algo e eles em troca aceitam os teus amigos / liberam mais no teu estilo /etc.

Sugestões:

@ Manter o quarto arrumado (no caso de Moi é uma boa estratégia, pois sou mesmo muito muito desorganizada (mas é só no quarto), mas eu sei onde tenho tudo, por isso não estou assim tão mal XDDDD)

@ Conseguir uma boa nota numa disciplina em que tens mais dificuldades

@ Fazer as compras (ou outra coisa) por eles, durante um determinado tempo

@ Outras coisas (dá corda à imaginação XDDDD)

Só não fiques é fora até às tantas da noite! XDDDD

 

->“Os meus pais escolhem sempre roupas horrorosas para mim”

Aí o que há a fazer é cerrar os dentes e aguentar. Se perguntarem, dizem “sim sim, já usei”. De vez em quando metam a dita cuja peça de roupa a lavar, para parecer que a usam (isto só serve se os vossos pais não vêem  o que usaram nesse dia).

Se pura e simplesmente não suportam a ideia de ter que a vestir (agora vou ser má XD) façam o sacrifício e vistam-na uma vez. Depois façam algo que a deixe “irremediavelmente estragada”. Se for uma blusa, entornem-lhe tinta de óleo ou lixívia ou assim “sem querer”. Se for uma saia, rasguem-na. Percebem a ideia? Depois chegam ao pé dos vossos pais (já com a história pronta e bem estruturada para que possam responder a tudo), e se for preciso culpem alguém (de quem já tenham falado em casa várias, mas que os vossos pais não conheçam pessoalmente. Mas sublinhem que foi um acidente)! Depois façam o vosso ar inocente mais convincente! XD

Ou podem fazer com que seja a vossa própria mãe a estragar a roupa (sim, é possível, mas não sei como XD)

Podem tentar isso se tiverem coragem. Senão, usa a tua imaginação!

 

Saída de emergência:

Se nada disto resultar, podem sempre dizer “Eh pah, eu cumpro todas as minhas obrigações, trabalho na escola que nem um/a mouro/a, esforço-me por fazer tudo como querem, e ainda implicam com a maneira como me visto?” XDDDD

 

Outras coisas que podes fazer:

-Acima de tudo mostra-lhes que podem confiar em ti

-Fala bastante com eles, porque a comunicação é a base de tudo!

 

Estratégia “batoteira”

-Procura em álbuns de família ou pergunta aos teus avós como eram os teus pais quando tinham a tua idade. Se lhes descobrires a careca (ou seja, que eles, com a tua idade, também se vestiam de uma maneira que os pais deles não gostavam. É difícil, dados os tempos que corriam na altura, segundo a minha mãe, só os mais ricos podiam vestir-se mais estranhamente pois conheciam outras coisas. Mas ela diz que isso depois mudou. Perguntem à mesma), podes sempre usar isso a teu favor. Mas não abuses!

 

Dicas:

-Mostra que estás sempre consciente do que pedes

-Faz algumas cedências, se for necessário (não queiras tudo logo)

-Aborda-os sempre quando estiverem de bom humor (e quando não houver visitas)

-Nunca comeces a falar disto quando os teus pais vêem cansados do trabalho (se estás com este tipo de problemas é porque este assunto não é propriamente do seu agrado)

-Não uses demasiados rodeios

-Quando eles te disserem “NÃO”, procura convencê-los com bons argumentos, nunca a discutir (se perceberes que “por hoje é “NÃO” porque não estou propriamente de muito bom humor” deixa isso para outra altura)

 

WARNING!

-Nunca lhes respondas mal ou levantes a voz, só vais piorar a situação

-Esforçares-te por explicar o teu ponto de vista não significa discutir

-Se os teus pais ficarem danados, não é aconselhável reagir logo, mas também depende dos pais

-Não te feches no quarto quando te zangares com os teus pais, pois se eles ainda não te deixam seguir o estilo alternativo, não é com atitudes assim que vais conseguir

-Nada de amuares até ao infinito!

-Se eles te dizem logo “NÃO”, nem sempre é boa ideia voltares logo à carga!

-NUNCA, NUNCA, NUNCA, JAMAIS, EM TEMPO ALGUM fiques logo ofendido/a. Senão vai ser pior

-Nunca digas que eles não te entendem. Podem entender-te melhor do que pensas!

-Se os teus pais DISCUTEM entre eles sobre o teu estilo (pode acontecer), NÃO TE METAS, NUNCA!

-Nunca digas que te vais atirar da janela ou algo do género se eles não te deixarem ser alternativo. Eles podem dizer que estas ideias te andam a influenciar

 

Mais sugestões , disponham XDDDD

 

Espero ter ajudado ^^

 

Bye ^^

 

 

Halloween Countdown

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Comunicado

Este blog recolhe casos de preconceito e discriminação contra pessoas que têm diferentes estilos. Se quiseres contar o teu caso, entra em contacto com a autora através dos comentários do blog. Obrigada e Bat Kisses.
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